A União Europeia apresentou propostas para o 21º pacote de sanções contra a Rússia, que incluem medidas contra empresas chinesas. As companhias são acusadas de apoiar o esforço de guerra russo na Ucrânia.

Em resposta, o governo chinês rebateu as acusações. Pequim defendeu que as relações comerciais com a Rússia são normais e não violam as sanções internacionais.

O pacote de sanções ainda precisa ser aprovado pelos Estados-membros da UE para entrar em vigor.

Com informações de Exame — leia a matéria original.