Uma nova tendência no futebol mundial tem levado técnicos com carreira consolidada em clubes europeus a assumirem seleções nacionais. Esses profissionais, habituados a pré-temporadas longas e tempo para implementar suas ideias, agora lidam com uma realidade diferente: jogos a cada dois meses e períodos reduzidos de treinamento.

Entre os exemplos está Carlo Ancelotti, que deixou o comando de clubes como Real Madrid e Milan para dirigir a seleção brasileira. A mudança representa um desafio de adaptação ao novo ritmo de trabalho, com menos convivência diária com os atletas e maior pressão por resultados imediatos.

Com informações de ge — Globo Esporte — leia a matéria original.