
Tá liberado acreditar no Hexa divulgação Existe uma cena que se repete no Brasil a cada quatro anos. A Copa do Mundo se aproxima, surgem as primeiras análises, os debates tomam conta das mesas de bar e alguém pergunta: "será que dessa vez vai?". Basta a bola rolar em campo que o mesmo torcedor faz as contas para a final. Contraditório? Talvez, mas essa é a relação mais genuína do brasileiro com a Seleção Brasileira: questionar primeiro e acreditar logo em seguida. Ou, muitas vezes, fazer as duas coisas ao mesmo tempo. E esse comportamento faz parte da nossa história. Basta lembrar algumas das vitórias que tivemos no campeonato mundial de futebol. Em 1958, por exemplo, o Brasil chegava à Copa sem nunca ter conquistado um título mundial. Havia talento, mas também o peso dos resultados anteriores. Foi justamente naquele cenário que uma geração liderada por um jovem jogador ajudou a transformar para sempre a história do futebol brasileiro. Em 1970, a Seleção carregava a pressão de provar que ainda era a maior potência do futebol mundial. Um fato preocupava os brasileiros: como seria a performance do time com um dos maiores craques da equipe da época machucado? O resultado foi um dos times mais celebrados de todos os tempos e uma campanha que entrou para a história. Em 1994, o Brasil encerrava um jejum que já durava 24 anos. Uma geração inteira nunca havia visto a Seleção ser campeã do mundo. A conquista nos Estados Unidos acabou com a espera e resultou em uma das maiores comemorações coletivas que o país já viveu. E talvez nenhum exemplo converse tanto com os dias atuais quanto 2002. Aquela Seleção desembarcou na Copa cercada por dúvidas. A classificação para o Mundial havia sido turbulenta. Havia questionamentos sobre o time, sobre o treinador e até sobre a condição física de um grande jogador. Mas bastaram algumas semanas para que a desconfiança se transformasse em festa. O Brasil conquistou o pentacampeonato. E o país inteiro tomou as ruas para celebrar o que se dizia improvável meses antes. A história ensinou que algumas das maiores conquistas começaram justamente quando muita gente deixou de acreditar. É essa memória afetiva que reaparece a cada Copa. Ela está na camisa da sorte que volta para o jogo decisivo. Está no grupo de amigos que marca churrasco antes mesmo da estreia. Está no torcedor que passa meses criticando a Seleção e, ainda assim, se emociona quando escuta o hino nacional. Acreditar virou parte da cultura brasileira. Uma tradição tão presente quanto os bolões, as superstições e os rituais que surgem em toda grande competição. Tem quem assista aos jogos sempre do mesmo lugar no sofá. Tem quem use a mesma camisa em todos os jogos. Tem aquele torcedor que evita mudar qualquer detalhe da rotina porque "está dando sorte". Tem quem jure que a vitória depende diretamente do posicionamento estratégico da cerveja sobre a mesa da sala. E tem quem faça aquela promessa se a gente levar a taça, com faz a Brahma. Já que conquistar essa taça não vai ser fácil, a Brahma decidiu abrir mão do próprio lucro e fazer uma grande promessa: se o Brasil for campeão, a marca vai liberar de graça toda a cerveja que a gente deixou de brindar nos últimos 24 anos esperando pelo hexa. Se tudo der certo, você vai poder resgatar a sua no Zé Delivery, em supermercados participantes e em bares selecionados. Tá liberado acreditar! Conteúdo 18+. Não compartilhe com menores de idade. Beba com moderação.