Na segunda-feira (8), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) designou a juíza de direito Maria Paula Cassone Rossi para o cargo de secretária-geral da Presidência. A nomeação inédita marca a primeira vez que uma magistrada assume essa função no tribunal.

Trajetória da nova secretária

Maria Paula Cassone Rossi possui pós-doutorado em democracia e direitos humanos. Desde 2022, atuava como juíza auxiliar da Presidência do STJ. Anteriormente, foi juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça (2020-2022) e juíza instrutora no gabinete da ministra Maria Thereza de Assis Moura. É juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) desde 1999.

Em declaração sobre a nova função, a juíza afirmou:

“Recebo, com muita honra, a oportunidade de contribuir com a gestão administrativa do Tribunal da Cidadania. A Presidência do ministro Herman Benjamin mantém, em sua essência, um olhar voltado, precipuamente, aos direitos humanos, à equidade de gênero e raça e à proteção dos vulneráveis e hipervulneráveis. Trago comigo a expectativa de que seja um período de consolidação de todo o trabalho desenvolvido ao longo deste biênio.”

Atribuições da Secretaria-Geral

Compete à Secretaria-Geral da Presidência prestar apoio administrativo à execução das funções do presidente do STJ, assessorar no planejamento e na definição de diretrizes para a administração do tribunal, além de desempenhar atribuições previstas em lei e no regimento interno, incluindo auditoria e representação oficial e social da corte.

Unidades vinculadas

Sete unidades administrativas estão ligadas diretamente à Secretaria-Geral:

  • Comunicação Social;
  • Jurisprudência;
  • Cultura e Memória;
  • Assessoria para Assuntos Funcionais de Magistrados;
  • Cerimonial e Eventos;
  • Assuntos Parlamentares;
  • Assessoria de Inteligência Artificial.