Um relatório da organização Climate Central, intitulado “Fora do Jogo: Como as Mudanças Climáticas Podem Prejudicar a Copa do Mundo de 2026”, aponta que a seleção brasileira pode enfrentar condições de calor extremo durante o torneio. De acordo com o estudo, o Brasil é a equipe com maior risco entre as de seu grupo, com uma probabilidade média de 52% de sofrer com altas temperaturas em todas as partidas da fase de grupos.
Na estreia contra o Marrocos, a chance de calor prejudicial é de 20%. Contra o Haiti, o índice sobe para 43%, e no confronto com a Escócia, em 24 de junho, a probabilidade chega a 95%. O levantamento ainda indica que 97 das 104 partidas da Copa podem registrar temperaturas elevadas, sendo que mais da metade delas ocorreriam em condições desfavoráveis.
O calor considerado prejudicial ao desempenho é aquele acima de 28°C, limiar associado à elite do futebol, com jogadores correndo mais devagar e por distâncias menores. Conforme o protocolo médico da Fifa, as partidas podem ser interrompidas caso os termômetros marquem 32°C. Outras medidas para a Copa de 2026 ainda estão sendo definidas.
Com informações de Veja — leia a matéria original.