O governo que assumir o Palácio do Planalto em 2027 precisará implementar um ajuste fiscal mais rigoroso para reorganizar as contas públicas e conter a trajetória da dívida brasileira, independentemente do vencedor das eleições de 2026. A avaliação é de André Roncaglia, diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), em entrevista ao programa VEJA em Foco.
Roncaglia destacou que o FMI considera normal o aumento da pressão por gastos em anos eleitorais, mas acompanha com preocupação como o equilíbrio fiscal será retomado no mandato seguinte. Segundo o economista, embora o governo atual tente preservar a credibilidade do arcabouço fiscal e manter políticas voltadas às parcelas mais vulneráveis, o esforço de reorganização das contas recairá sobre a próxima gestão.
Com informações de Veja — leia a matéria original.