Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) defendida por entidades patronais não prevê a redução da jornada de trabalho nem garante duas folgas semanais. O texto foca em contratos flexíveis, com remuneração e direitos proporcionais às horas trabalhadas, conforme apurado pelo Congresso em Foco.

A iniciativa se diferencia de outra PEC, que busca o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho por um de descanso). Enquanto uma reduz a carga horária, a versão patronal mantém a jornada atual, mas flexibiliza a forma de contratação.

As propostas tramitam no Congresso e geram debate sobre modelos de trabalho. A PEC patronal é vista como alternativa à redução de jornada, mas enfrenta resistência de setores que defendem garantias mínimas de descanso.

Com informações de Congresso em Foco — leia a matéria original.