Na madrugada desta segunda-feira (8), Israel e Irã realizaram uma troca de ataques, marcando a pior escalada desde o início do cessar-fogo em abril. Uma usina petroquímica na província iraniana de Khuzistão foi atingida por um projétil israelense, danificando parte de suas instalações. O ataque foi confirmado pelo vice-governador da província, segundo agência de notícias iraniana, e pela Força Aérea Israelense, que afirmou ter atingido vários alvos no complexo.
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou ataques contra bases aéreas israelenses, em retaliação a um ataque anterior a instalações de radar em território iraniano. A nova rodada de ofensivas coloca em risco o acordo que vinha sendo negociado entre Estados Unidos e Irã, dificultando as negociações diplomáticas na região.
O professor de Relações Internacionais do Ibmec, Alexandre Pires, avaliou que os interesses de Israel diferem dos americanos, sugerindo que os objetivos israelenses não estão alinhados com a abordagem dos EUA no conflito.
Com informações de CNN Brasil — leia a matéria original.