De acordo com reportagem do Intercept Brasil, prefeituras de capitais brasileiras têm utilizado o argumento de revitalização urbana para justificar a expulsão de moradores de baixa renda das regiões centrais. O texto afirma que, na prática, esses projetos favorecem o setor imobiliário e empresas privadas, aprofundando a segregação socioespacial.
A matéria aponta que concessões e parcerias público-privadas (PPPs) são os principais instrumentos desse processo de gentrificação. Segundo a reportagem, a suposta revitalização esconde interesses econômicos que expulsam os mais pobres em benefício de incorporadoras.
O artigo original foi publicado no portal Intercept Brasil, que批評 a política urbana adotada por diversas capitais do país. A crítica central é que os programas de requalificação de centros históricos servem de pretexto para remover populações vulneráveis e valorizar imóveis para o mercado de luxo.
Com informações de Intercept Brasil — leia a matéria original.