As principais facções criminosas do Brasil, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), intensificam esforços para financiar e ocupar espaços na política, com o objetivo de ampliar sua influência e consolidar um "estado paralelo" que facilita a lavagem de dinheiro proveniente de atividades ilícitas, como o tráfico de drogas. Os lucros bilionários dessas organizações permitem a compra de votos e o direcionamento de eleitores para candidatos infiltrados ou aliados.

Diante desse cenário, a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e instituições estaduais atuam para impedir que candidatos ligados ao crime consigam registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. Operações já estão em andamento, e suspeitos são monitorados. Até outubro, data da votação, as autoridades buscam garantir que os eleitores possam votar livremente, sem coerção.

Segundo reportagem da Veja, quase 30 milhões de brasileiros vivem sob domínio territorial de organizações criminosas. Ao ocupar áreas onde o Estado é ausente, as facções impõem sua vontade aos moradores, que se tornam reféns da criminalidade.

Com informações de Veja — leia a matéria original.