*SAN FRANCISCO - Por anos, o chão de fábrica da produção de software, em especial de aplicativos, seguiu uma divisão de trabalho clara: o designer de interface desenhava as telas, os desenvolvedores de front-end as transformavam em algo navegável e os de back-end cuidavam do que roda por trás. A entrada da inteligência artificial embaralhou esse arranjo, e a fronteira entre quem desenha e quem programa ficou turva.
Para o CEO da Figma, o código virou material do designer — e isso pode assustar os devs
Ao abrir o Config 2026, Dylan Field falou menos de produto e mais de uma tese sobre IA, design e criatividade. Veja o que líderes de produto e negócio podem tirar da fala
Por Redação
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