
Estados Unidos 2 x 0 Austrália | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo 2026 Turquia e Estados Unidos se enfrentam às 23h, pela terceira rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado. + Vini Jr marca nos três primeiros jogos do Brasil na Copa e repete feito de campeões mundiais + Bruno Guimarães dá mais dois passes para gols e chega ao topo no ranking de assistências + Na Copa dos Protagonistas, Haaland e Messi são mais eficazes que Mbappé Palpite para Turquia x Estados Unidos Grupo D Bruno Imaizumi/Gato Mestre Placar mais provável: Turquia 0 x 2 Estados Unidos A Turquia é simplesmente a seleção mais ofensiva da Copa, com 62 finalizações. E a mais ineficiente, sem qualquer gol marcado. Difícil de acreditar, ainda mais se considerado que conseguiu 14 finalizações certas, sétima maior marca entre 48 seleções. Como comparação, os Estados Unidos fizeram 24 finalizações e quatro gols. A seleção turca perdeu por 2 a 0 para a australiana e por 1 a 0 para a paraguaia. Os Estados Unidos golearam o Paraguai por 4 a 1 e venceram a Austrália por 2 a 0. Têm seis pontos e já garantiram o primeiro lugar do grupo. Vai enfrentar um terceiro colocado na próxima fase. Austrália e Paraguai têm três e definem a segunda colocação no outro jogo. As 62 finalizações turcas foram construídas com duas cobranças de falta, 24 bolas aéreas e 36 ataques rasteiros. Nada funcionou. Os Estados Unidos só permitiram 12 finalizações, oito delas em trocas de passes rasteiros e quatro a partir de jogadas aéreas (único gol sofrido). No ataque, os Estados Unidos fizeram 24 finalizações, 15 em trocas de passes rasteiros (os quatro gols foram marcados assim) e nove após bolas altas. A Turquia sofreu 15 finalizações, oito a partir de jogadas aéreas (um gol sofrido) e sete em trocas de passes rasteiras (dois gols sofridos). Evolução do xG na segunda rodada Foram 32 finalizações da Turquia contra o Paraguai, sendo 16 delas de dentro da área. Os turcos construíram um nível de ameaça com potencial estatístico para 2,15 gols, mas foram muito ineficiente e não conseguiram colocar a bola dentro do gol. As características das finalizações feitas na partida dariam à Turquia, estatísticamente, a vitória em 79% das partidas. Acabou perdendo, o que só aconteceria, pelos dados, em 5% das vezes. Futebol tem dessas coisas. Bruno Imaizumi/Gato Mestre Apenas nove finalizações dos Estados Unidos contra a Austrália, seis de dentro da área, com potencial estatístico para 1,23 gol. Marcou um e ganhou outro (gol contra). Bruno Imaizumi/Gato Mestre Turquia 0 x 1 Paraguai | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026 Metodologia A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio. O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref. Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida. *A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.