Diversos países têm debatido ou implementado restrições ao uso de redes sociais por crianças, com o objetivo de mitigar riscos como cyberbullying e dependência digital. As medidas variam entre proibições totais e limitações de acesso.

Entre os exemplos, nações como França e Austrália avançam em propostas legislativas que exigem verificação de idade ou consentimento dos pais. Já nos Estados Unidos, alguns estados consideram leis semelhantes.

As discussões ganham força em meio a relatos de impactos negativos na saúde mental dos jovens, o que impulsiona governos a buscar regulamentações mais rígidas para plataformas digitais.

Com informações de Olhar Digital — leia a matéria original.