De acordo com reportagem do portal Congresso em Foco, as ondas de calor que atingem o país têm efeitos desiguais sobre a população. Embora o calor extremo afete a todos, os impactos mais severos recaem sobre trabalhadores, estudantes e moradores das periferias urbanas.

A análise vincula o fenômeno ao super El Niño e à crise social do calor extremo, destacando que as condições de moradia, jornadas de trabalho ao ar livre e falta de infraestrutura nas regiões periféricas agravam a exposição ao calor.

A matéria não apresenta dados quantitativos específicos, mas ressalta a necessidade de políticas públicas que considerem essas disparidades socioambientais no enfrentamento das altas temperaturas.

Com informações de Congresso em Foco — leia a matéria original.