A cantora Olivia Rodrigo, 23, revelou quais os álbuns de estreia ela considera os melhores de todos os tempos. Em entrevista ao Capital Buzz, ela citou discos antigos e contemporâneos, que ela descreveu como “atemporais”.
A seleção da artista contribuiu para entender as referências musicais presentes em seus últimos álbuns e em sua própria carreira. Desde “SOUR”, sua estreia em 2021, ela já se pronunciou algumas vezes sobre cantores e bandas que influenciaram sua relação com a música e suas experiências com composição.
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Os melhores discos de estreia da história, segundo Olivia Rodrigo
“Jagged Little Pill” (1995), Alanis Morissette
Lançado pela Maverick Records, foi produzido inteiramente por Glen Ballard e é musicalmente derivado dos gêneros pop rock, post-grunge e rock alternativo. As composições falam principalmente sobre relações familiares e amorosas de Alanis.
O álbum foi indicado em nove categorias dos Grammy Awards de 1996 e venceu cinco delas, incluindo a de Álbum do Ano, o que tornou a cantora, que tinha 21 anos na época, a mais jovem a receber o prêmio.
“Jagged Little Pill” (1995), Alanis Morissette • Reprodução
“Tidal” (1996), Fiona Apple
Gravado quando Fiona Apple tinha apenas 18 anos, o disco tornou-se um marco dos anos 1990 pela inédita fusão entre pop alternativo e jazz, arranjos de piano marcantes e letras profundamente confessionais.
O álbum contou com seis singles: “Shadowboxer”, “Slow Like Honey”, “Sleep to Dream”, “The First Taste”, “Criminal” e “Never Is a Promise”. A faixa “Criminal” venceu o Grammy Award de Melhor Performance Vocal de Rock Feminina em 1998.
“Tidal” (1996), Fiona Apple • Reprodução
“Parachutes” (2000), Coldplay
Lançado pela gravadora Parlophone, o álbum de estreia foi responsável por lançar o Coldplay no cenário musical mundial. As canções de rock alternativo, indie rock e post-britpop têm melodias melancólicas, violões acústicos, guitarras texturizadas e os vocais emotivos do vocalista Chris Martin.
O álbum venceu o Grammy Award de Melhor Álbum de Música Alternativa em 2002 e foi indicado ao prestigioso Mercury Prize no Reino Unido.
“Parachutes” (2000), Coldplay • Reprodução
“Pure Heroine” (2013), Lorde
Produzido em parceria com Joel Little, o disco revolucionou a música pop da década de 2010 ao trocar produções maximalistas por uma sonoridade minimalista, eletrônica e focada no electropop. As faixas abordam as contradições e melancolias da juventude.
O álbum venceu o Grammy nas categorias de Música do Ano e Melhor Performance Pop Solo com o megahit “Royals”, e foi incluído na lista de 100 Melhores Álbuns da Apple Music.
“Pure Heroine” (2013), Lorde • Reprodução
Álbum recém-lançado de cantora aborda superações amorosas
A cantora lançou, no dia 12 de junho, seu terceiro álbum de estúdio, “You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love”. Entre as faixas, estão as canções “Drop Dead” e “The Cure”, já lançadas nas últimas semanas.
O restante do álbum está dividido entre duas partes com perfis distintos: “Girl So in Love” e “You Seem Pretty Sad”. Faixas como “Maggots for Brains” e “Purple” estão na primeira e “What’s Wrong With Me” e “Cigarette Smoke”, na segunda.
A cantora fez o anúncio do novo álbum no início de abril deste ano, revelando parceria com o produtor Dan Nigro, responsável pela produção de seus dois álbuns anteriores: “Sour” e “Guts”. Após a repercussão do lançamento, a cantora divulgou nas redes sociais as datas da turnê “The Unraveled”, com 65 shows pela América do Norte, Reino Unido e Europa. Por enquanto, não há anúncio de passagem pelo Brasil e América Latina.
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