A transição de uma função tática para uma cadeira executiva global costuma ser descrita como o momento de maior ruptura na carreira de um gestor. Na prática, o sucesso nessa mudança exige que as organizações parem de enxergar a liderança sob uma perspectiva rígida e passem a valorizar a inteligência emocional e a transversalidade como ativos estratégicos de negócios.

Leia mais em: https://exame.com/carreira/mulheres-ocupam-32-da-lideranca-no-brasil-mas-quase-95-relatam-barreira-na-maternidade/