O Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu quatro pessoas nesta quinta-feira, 11, acusadas de integrar uma organização criminosa que vendia terrenos de forma irregular dentro do Parque Estadual da Pedra Branca, em Campo Grande, na zona oeste da capital. A denúncia inclui outros 15 nomes, entre eles três policiais civis e um policial militar.

Segundo o MP, o grupo causou um prejuízo de mais de R$ 846 mil às vítimas, além de graves danos ambientais decorrentes das obras na área preservada. As investigações foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema).

Foram cumpridos quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão nos bairros de Copacabana, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Olaria e Realengo. Um delegado da Polícia Civil também foi alvo de busca, mas não foi formalmente denunciado. A operação contou com apoio das corregedorias das polícias Civil e Militar.

Com informações de Veja — leia a matéria original.