Na coluna humorística 'Macaco Simão Urgente', publicada na Folha, o jornalista aborda temas como o tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil e a febre do álbum de figurinhas da Copa do Mundo.

O texto ironiza a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras em retaliação ao sistema de pagamentos Pix. 'O Pix é do Brasil. O tarifaço é do Flávio, Tariflavio', brinca o colunista, fazendo trocadilho com o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Outra medida citada é a proposta americana de tarifa extra de 12,5% sobre produtos brasileiros, alegando trabalho forçado. 'Pra mim, todo trabalho é forçado!', comenta.

Em relação à Copa do Mundo, o humorista foca no álbum de figurinhas. Ele afirma que os argentinos colarão as figurinhas de cabeça para baixo para 'dar zica' e que na figurinha de Messi fez duas cruzes. Sobre Neymar, diz que a figurinha cai no chão assim que o pacotinho é aberto, aludindo às lesões do jogador, e sugere que deveria haver uma figurinha de banco para colá-lo. Também menciona que a figurinha de Cristiano Ronaldo, devido ao gel no cabelo, não gruda na página.

O colunista relata que, durante a Feira do Livro no Pacaembu, havia uma multidão trocando figurinhas nas escadas do estádio, com movimento dez vezes maior que o da feira. 'Livro agora é o álbum da Copa! É uma febre!', escreve.

Outra piada envolve o fato de metade dos jogadores da seleção brasileira atuar na Europa: 'quando falam 'volta pra casa', eles voltam pra Paris, Barcelona, Londres!'. Também menciona o neto de um amigo que, ao completar o álbum, disse: 'faltam dois japas da Coreia!'.

Por fim, o texto faz referência a argentinos que pedalaram mais de 17 mil quilômetros para ver a estreia na Copa e ao amistoso Brasil versus Egito, comparando os egípcios a múmias e brincando com o técnico Sarney e o narrador Galvão Bueno.

Com informações de Folha — Ilustrada.