Dados divulgados pela Pfizer indicam que o medicamento Lorbrena (lorlatinibe) apresentou eficácia de 55% em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) após sete anos de tratamento. O resultado se refere à proporção de pacientes que permaneceram vivos e sem avanço da doença nesse período.
O estudo comparou o Lorbrena com o Xalkori (crizotinibe), que registrou apenas 3% de pacientes na mesma condição. A análise de sobrevida livre de progressão mostrou que a mediana não foi alcançada com o Lorbrena, com razão de risco estimada em 0,19 — o que representa uma redução de 81% no risco de progressão da doença ou morte em relação ao comparador.
O Lorbrena é um inibidor de ALK indicado para tumores com mutações que conferem resistência a outros medicamentos da mesma classe. Os dados reforçam seu potencial como opção de longo prazo no tratamento do CPNPC.
Com informações de CNN Brasil — leia a matéria original.