Um despacho da Justiça do Trabalho de Minas Gerais ganhou destaque pelo uso de linguagem incomum. O juiz Adriano Antonio Borges, titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabira, empregou referências à música popular brasileira, à literatura e à filosofia para justificar a realização de uma audiência presencial, em vez de virtual.

No documento, o magistrado inicia determinando a apresentação de documento de identificação pela parte autora e designa a audiência para julho. Em seguida, discorre sobre tecnologia, presença física e relações humanas, citando obras culturais para embasar sua decisão.

A postura do juiz gerou repercussão por fugir do padrão estritamente processual, mesclando erudição e informalidade no texto jurídico.

Com informações de CNN Brasil — leia a matéria original.