Às 19h deste sábado, a seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, enfrenta o Egito nos Estados Unidos em seu último amistoso antes da Copa do Mundo, que começa na próxima quinta-feira, 11. Às vésperas do jogo, o jornal egípcio Yallakora analisou os pontos fortes e fracos da equipe brasileira, classificando o setor defensivo como uma “fraqueza fatal”.
Segundo a reportagem, o Brasil sofreu 11 gols em 10 jogos sob o comando de Ancelotti, com erros individuais da zaga e falta de equilíbrio defensivo apontados como principais fragilidades. “Os laterais deixam espaços atrás deles que podem ser explorados em contra-ataques. Além disso, surgem dificuldades em fornecer cobertura defensiva após a perda da bola, especialmente contra equipes que dependem da velocidade nas transições”, afirma o veículo.
A análise também destaca que a média de gols sofridos é preocupante diante da força dos adversários na Copa, e que os defensores brasileiros cometeram “erros significativos de posicionamento e marcação dentro da área, o que pode ser custoso contra equipes de ponta com jogadores de velocidade excepcional”. Outra fraqueza citada é a dependência de habilidades individuais em detrimento de jogadas coletivas, “o que pode afetar o desempenho contra adversários taticamente organizados”.
Pontos fortes: ataque e meio-campo
Enquanto a defesa é vista como problema crítico, o ataque foi elogiado como a fortaleza do time de Ancelotti. Mesmo sem Neymar, a reportagem destaca que “a seleção brasileira conta com jogadores de ataque decisivos que podem fazer a diferença, principalmente Vinicius Junior, Rafinha e outros”.
O veículo também menciona que, no amistoso contra o Panamá, vencido por 6 a 2, a seleção mostrou que “continua sendo uma das principais candidatas ao título”, citando como armas a velocidade dos pontas, a capacidade de penetração em espaços reduzidos e a grande variedade de opções ofensivas. “Ancelotti também conta com um trio soberbo e harmonioso no meio-campo, composto por Carlos Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá”, conclui a reportagem.
Com informações de Veja.