Investir no exterior com diversificação permite aproveitar a força de moedas como o dólar e o euro, combinando diferentes geografias e classes de ativos. Para que isso seja feito de forma eficiente, é fundamental avaliar onde alocar o dinheiro, a fim de mitigar riscos e aumentar o potencial de rendimento. Esse tipo de investimento pode ser realizado por meio de ETFs globais, fundos de investimento internacionais ou contas internacionais.
Principais formas de investimento internacional
Antes de começar, é importante pesquisar as modalidades disponíveis, as taxas envolvidas e as plataformas digitais seguras. Entre as principais opções estão:
- BDRs (Brazilian Depositary Receipts): certificados negociados na B3 que representam ações de empresas estrangeiras, funcionando como recibos que dispensam a abertura de conta no exterior.
- ETFs (Exchange Traded Funds): fundos negociados em bolsa que replicam índices de mercados estrangeiros, permitindo investir em centenas de empresas globais com uma única compra.
- Corretoras internacionais: instituições financeiras que oferecem opções de investimento no exterior por meio de plataformas especializadas, como o Home Broker do Inter.
Benefícios de uma conta no exterior
Além da diversificação financeira, contas internacionais podem oferecer condições especiais, inclusive com redução ou isenção de taxas. Outras vantagens incluem conversão mais rápida de moedas, maior segurança em viagens internacionais sem necessidade de dinheiro em espécie, cartão de débito internacional sem cobrança de IOF, facilidade para compras em e-commerce e manutenção de saldo em moeda estrangeira, que tende a ser mais barata que conversões constantes. O Inter é uma das instituições que disponibiliza essas condições, com uma carteira diversificada que inclui criptomoedas.
Declaração de IR e taxas
Para manter os investimentos regularizados, é preciso atentar às exigências fiscais. No caso de investimento direto por contas internacionais, as remessas devem ser feitas via aplicativos habilitados para operações de câmbio e contas globais de bancos digitais. Sobre as transferências incidem taxa de spread (câmbio) e IOF. Rendimentos como dividendos e juros precisam ser declarados à Receita Federal.
Proteção contra flutuações do real
A diversificação de portfólio por meio de fundos, contas e ações internacionais é uma forma de proteger o patrimônio da desvalorização do real. Especialistas costumam recomendar esse tipo de investimento para diluir riscos e garantir acesso às maiores economias globais. Contudo, mesmo com moedas mais fortes, flutuações de câmbio podem afetar o valor convertido em reais.
Com informações de CNN Brasil.