Em 6 de setembro de 2026, uma inspeção em uma comunidade terapêutica em Guarulhos (SP) encontrou indícios de que 52 mulheres eram mantidas em cárcere privado, sofrendo agressões e humilhações. O local se apresentava como espaço de tratamento para dependência química e outros problemas de saúde.

As condições observadas indicam violações graves de direitos humanos. As autoridades responsáveis pela fiscalização devem apurar os fatos.

Com informações de Folha — Cotidiano — leia a matéria original.