Um artigo publicado pelo Congresso em Foco defende que a revolução da inteligência artificial (IA) só será legítima se reconhecer o valor econômico, cultural e intelectual dos produtores das obras que alimentam os algoritmos. O texto argumenta que a apropriação em escala do trabalho criativo sem a devida compensação ou reconhecimento compromete a legitimidade do avanço tecnológico.
O artigo não cita casos específicos, mas aborda o debate sobre direitos autorais e remuneração de artistas, escritores e outros criadores cujas obras são usadas para treinar sistemas de IA. A discussão ocorre em meio ao crescimento do uso de IA generativa, que depende de grandes volumes de dados, muitas vezes obtidos sem autorização ou pagamento.
Com informações de Congresso em Foco — leia a matéria original.