A Globo tem duas missões cruciais na Copa do Mundo de 2026: tentar manter a relevância da empresa em Mundiais de seleções, competição que transmite ininterruptamente desde 1970, e recobrar seu protagonismo, já que pela primeira vez na história não terá os direitos de transmissão de todos os jogos.

De acordo com a coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, a emissora enfrenta a maior renovação de sua história para competir com a CazéTV, que também detém direitos de transmissão do evento. A Globo busca se adaptar ao novo cenário, no qual a exclusividade foi quebrada, e precisa inovar para não perder audiência e relevância.

Com informações de Folha — Ilustrada.