Os líderes do Grupo dos Sete (G7) declararam seu “apoio inabalável à Ucrânia” em uma reunião que contou com o aval do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O grupo acordou ampliar o envio de assistência em defesa aérea a Kiev e aumentar a pressão econômica sobre a Rússia, segundo declaração divulgada pelo Palácio do Eliseu.

Sanções e pressão econômica

Os líderes se comprometeram a reforçar as sanções contra a Rússia, “incluindo aquelas voltadas aos setores de petróleo e gás”. O texto afirma que “consideramos que este é o momento adequado para avançar com medidas adicionais, já que o presidente Trump fechou um acordo que apoiamos para reabrir o Estreito de Ormuz”.

Apoio a acordos regionais

Em relação ao Irã, os líderes disseram apoiar o acordo firmado entre Washington e Teerã e que “estão prontos para contribuir para sua implementação”, defendendo “um acordo diplomático subsequente robusto e abrangente”.

Sobre o Líbano, expressaram apoio aos esforços para desarmar o Hezbollah “por meio de um cessar-fogo imediato e sólido”. Quanto a Gaza, disseram que ampliarão as iniciativas humanitárias e de reconstrução.

Posição no Indo-Pacífico

Os líderes declararam oposição a “quaisquer tentativas unilaterais de alterar o status quo, especialmente por meio da força ou da coerção, nos mares do Leste e do Sul da China e através do Estreito de Taiwan”.

Outros acontecimentos na cúpula

Durante o encontro, o chanceler alemão Merz presenteou Trump com uma camisa da seleção alemã. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, busca convencer Trump de que a Rússia está na defensiva. Também foi discutido o míssil hipersônico Oreshnik, utilizado em um grande ataque contra Kiev.