Os líderes do Grupo dos Sete (G7) concordaram nesta terça-feira, 16, em intensificar a pressão econômica sobre a Rússia, com foco em sanções ao petróleo e ao gás. Esses recursos energéticos são apontados como as principais fontes de financiamento do conflito na Ucrânia.
A decisão foi tomada durante reunião do bloco, que reúne as maiores economias industrializadas do mundo. O objetivo é cortar o fluxo de receitas que sustenta a máquina de guerra russa.
Sanções em andamento
Desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, o G7 e aliados impuseram diversas rodadas de sanções contra Moscou. As medidas anteriores incluíram restrições a bancos, tecnologia e setores de defesa, mas o foco agora se volta para as exportações de energia.
O petróleo e o gás representam uma parcela significativa das receitas do governo russo. As novas sanções podem incluir limites de preços, embargos ou outras restrições comerciais, embora os detalhes não tenham sido divulgados imediatamente.
Reações e próximos passos
Especialistas avaliam que a medida pode afetar a economia russa e reduzir sua capacidade de continuar a guerra. Países como Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia já adotaram restrições energéticas anteriores. A implementação das novas sanções deve ser discutida nas próximas semanas.