O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, instituiu um grupo de estudos para discutir uma ampla reforma no Judiciário. A composição do grupo inclui juristas com vínculos próximos aos ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, movimento interpretado como uma tentativa de construir consenso em uma corte marcada por divisões internas.

Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin têm feito críticas à gestão de Fachin e ao momento escolhido para a proposta de um código de conduta para ministros, em meio a ataques direcionados ao STF. A criação do grupo de estudos surge nesse contexto de tensões.

Com informações de Folha — Poder — leia a matéria original.