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Suspeito de matar atacante Brasão, ex-jogador de futebol, foi preso Em apuração feita pela reportagem do NSC Total, a Divisão de Investigação Criminal (DIC) apontou que o ex-atacante Brasão, com passagens por Santa Cruz, Athletico-PR, Atlético Goianiense, Tubarão e Brasil de Pelotas, foi morto após cobrar R$ 30 pelo consumo de bebidas e expulsar o suspeito do bar do qual era dono. Brasão comemora gol no Santa Cruz Reprodução/TV Globo Segundo o delegado responsável pelo caso, no início da festa no Bora Viver B.14, estabelecimento de propriedade de Brasão, o suspeito havia recebido um desconto na compra de bebidas. No entanto, ao tentar fazer uma nova compra, pediu outro desconto, que não foi concedido. Depois disso, uma briga teria começado, e o homem acabou expulso do local. Conforme o delegado, o suspeito saiu do estabelecimento e retornou pouco tempo depois. Foi neste momento que ele atirou contra Brasão. Brasão sofreu perfurações no tórax e no antebraço e não resistiu aos ferimentos, conforme o Corpo de Bombeiros Militar. Após os disparos, o suspeito fugiu em uma motocicleta, mas foi preso no mesmo dia no bairro Figueirinha, em Jaguaruna, município vizinho, a pouco mais de 40 km do local do crime. Dois homens são mortos a tiros em Tubarão; ex-jogador Brasão é uma das vítimas Poucos minutos depois, o empresário João Roberto Pereira de Oliveira, de 20 anos, também foi morto a tiros em uma loja na mesma região. No entanto, a motivação deste crime pode ter sido outra. Segundo a polícia, a morte de João Roberto estaria ligada a um relacionamento antigo do suspeito. Conforme a investigação, o empresário seria o atual companheiro da ex-namorada do homem preso. João foi atingido na cabeça e na clavícula. O suspeito foi levado à sede da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Tubarão, onde foi preso em flagrante por dois crimes de homicídio qualificado. *Alexia Elias é repórter do NSC Total Mais notícias do esporte catarinense no ge.globo/sc