Cartas, prontuários e acervos de antigos hospitais psiquiátricos brasileiros revelam que mulheres, perseguidos políticos, imigrantes, pessoas em situação de rua e homossexuais foram internados sem diagnóstico clínico ao longo do século XX. Os documentos ficaram esquecidos por décadas após o fechamento dos manicômios com a reforma psiquiátrica.

Segundo o estudo, as internações eram motivadas por fatores como homofobia, divórcio e perseguição política, e não por transtornos mentais. A pesquisa analisou registros de instituições que funcionaram até a década de 1980.

Com informações de Diário do Centro do Mundo — leia a matéria original.