Torcedores acompanham a Copa do Mundo em praça de alimentação de Shopping. Foto: Reprodução
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) pediram para que a Caixa Econômica Federal desista da exigência de compensação das horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. As entidades aguardam uma resposta oficial da instituição.
Segundo as entidades, a medida adotada pela Caixa difere da postura de outros bancos, que optaram por liberar os empregados sem exigir reposição das horas. A reivindicação é para que o banco adote o mesmo procedimento, permitindo que os trabalhadores acompanhem as partidas sem necessidade de compensação posterior.
Agência da Caixa. Foto: Samuel Costa/Folhapress
Leia o texto na íntegra:
Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção
As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco
Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já solicitaram à Caixa que não realize a cobrança.
“A decisão contraria a expectativa dos empregados e difere da postura adotada por outros bancos, que optaram pelo abono das horas”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto. As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco e seguem acompanhando o tema em defesa dos empregados.
A reivindicação das entidades representativas é que a Caixa adote medida semelhante à de outras instituições financeiras que decidiram liberar os trabalhadores para acompanhar os jogos sem a necessidade de compensação posterior das hora