O El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial, está de volta pouco mais de dois anos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. O ciclo natural do evento ocorre periodicamente, mas cientistas apontam que a mudança climática, impulsionada pelo aumento da temperatura global, potencializa seus impactos, tornando episódios extremos mais prováveis.
De acordo com informações divulgadas em 6 de dezembro de 2026, o retorno do El Niño ocorre em um contexto de aquecimento planetário acelerado. Especialistas alertam que a combinação do fenômeno natural com as alterações climáticas pode resultar em chuvas intensas, secas prolongadas e outros eventos meteorológicos de alto impacto.
A nova ocorrência do El Niño reacende a preocupação com a capacidade de adaptação de regiões vulneráveis, especialmente no Sul do Brasil, que já sofreu com desastres recentes relacionados ao clima.
Com informações de Folha — Ambiente — leia a matéria original.