Com probabilidade superior a 80%, o El Niño deve se formar no segundo semestre de 2026, segundo projeções climáticas. O fenômeno expõe uma fragilidade na gestão de riscos do Brasil: embora o país tenha ampliado o monitoramento, o financiamento e a capacidade de resposta emergencial, essas ferramentas ainda não se traduzem em ações concretas de prevenção nos municípios.
De acordo com especialistas, a falta de preparo local pode agravar os impactos do evento climático, que historicamente causa secas em algumas regiões e chuvas intensas em outras. A situação levanta questionamentos sobre a efetividade das políticas públicas voltadas à adaptação climática.
Com informações de Jovem Pan — leia a matéria original.