Karina Gama, proprietária da produtora que realizou o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro, era alvo de investigações sobre uso irregular de recursos públicos havia quase uma década antes de firmar contratos com aliados do ex-presidente. A informação foi divulgada pelo The Intercept Brasil e corroborada por relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo as apurações, os indícios de desvios no Sesi já eram conhecidos desde antes da aproximação da empresária com o bolsonarismo. Os contratos firmados posteriormente com integrantes do grupo político de Bolsonaro reforçaram o escopo das investigações.

Com informações de Diário do Centro do Mundo — leia a matéria original.