A Polícia Federal investiga a influenciadora Virgínia Fonseca, que soma mais de 111 milhões de seguidores no Instagram, por movimentações financeiras suspeitas, indícios de lavagem de dinheiro e possível vínculo com o crime organizado. Os detalhes da apuração foram divulgados no programa Domingo Espetacular, da Record.
Em nota enviada ao programa, a defesa de Virgínia negou qualquer ilegalidade. Segundo os advogados, “identificar movimentação atípica em relatório financeiro não significa, por si só, existência de irregularidade”. A equipe jurídica explicou que a empresa WePink, da influenciadora, se consolidou por meio de quiosques físicos de cosméticos em shoppings, o que gera recebimentos em dinheiro, prática comum no varejo. Os depósitos, conforme a defesa, são individualizados por ponto de venda e conciliados diariamente com fechamento de caixa e emissão de cupons fiscais.
Sobre a suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), a defesa afirmou que nem Virgínia nem suas empresas têm qualquer relação com o crime organizado, destacando que a WePink possui governança e auditoria independentes.
Com informações de Veja — leia a matéria original.