Segundo o Congresso em Foco, facções e milícias no Brasil deixaram de atuar exclusivamente na ilegalidade e passaram a exercer funções de controle territorial, econômico e social em regiões onde o poder público falhou.

O texto aponta que esses grupos criminosos agora atuam como um quarto setor do sistema social, ocupando o vácuo deixado pelo Estado e assumindo responsabilidades que antes cabiam apenas ao poder público.

Com informações de Congresso em Foco — leia a matéria original.