A jurista Silvia Pimentel, uma das criadoras da Lei Maria da Penha, classificou como um equívoco jurídico e um desserviço ao feminismo a decisão judicial que concedeu o perdão à Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 2021.

Em declaração à BBC News Brasil, Pimentel afirmou que o ato representa um retrocesso no debate sobre violência de gênero e nos avanços conquistados pelas leis de proteção à mulher. Ela defendeu que a sociedade não pode tolerar gestos que minimizem a responsabilização em casos de violência doméstica.

Com informações de BBC News Brasil — leia a matéria original.