Nos últimos três anos, a economia brasileira cresceu acima do que seus fundamentos permitiriam sustentar, impulsionada por um estímulo fiscal sem precedentes. O aumento do consumo e do emprego, no entanto, gerou inflação persistente e expectativas desancoradas, conforme análise publicada pela Folha em 10 de junho de 2026.

Diante desse cenário, o Banco Central não dispõe de espaço para aliviar a política monetária, mantendo as taxas de juros elevadas. A situação reflete o descompasso entre o crescimento artificial e a capacidade real da economia.

Com informações de Folha — Mercado — leia a matéria original.