A Copa do Mundo provoca transformações no comportamento social e no cérebro dos torcedores, segundo estudos da neurociência. Durante o mundial, ruas mudam de cor, desconhecidos conversam e rivalidades são temporariamente deixadas de lado, com o verde e amarelo unindo pessoas que em outros contextos defendem clubes adversários.

No Brasil, o futebol é visto como uma experiência emocional coletiva. A ciência das emoções explica que o amor pode ser compreendido como uma vivência breve, porém intensa, que amplia a sensação de conexão e gera bem-estar. Emoções positivas compartilhadas aumentam a cooperação, favorecem o senso de pertencimento e ampliam a percepção do outro — fenômeno que ocorre quando milhões de pessoas torcem juntas.

O sociólogo francês Émile Durkheim, no início do século XX, denominou esse fenômeno de “efervescência coletiva”. Ele observou que experiências compartilhadas intensas produzem um estado emocional particular, uma energia social que emerge do encontro entre as pessoas.

Com informações de Veja — leia a matéria original.