A Seleção Brasileira entra em campo hoje, quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), no Hard Rock Stadium, para definir o seu futuro na Copa do Mundo de 2026. O confronto contra a Escócia é decisivo para desenhar a rota do Brasil no mata-mata, que começa já na próxima semana com a inédita fase de 32 avos de final.
Os analistas apontam que o resultado de hoje ditará não apenas o próximo adversário, mas o nível de dificuldade do Brasil até a grande final em Nova York. O cruzamento desta etapa está diretamente ligado ao Grupo F, composto por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.
O cenário ideal
Se confirmar o favoritismo e passar em 1º lugar do Grupo C, a Seleção Brasileira jogará na próxima segunda-feira, 29 de junho, às 14h, em Houston.
Neste cenário, o adversário da fase de 32 avos seria o Japão ou a Suécia (2º colocado do Grupo F). Avançando, as oitavas de final seriam no domingo (5 de julho) contra o vencedor de Noruega e Costa do Marfim. É o caminho considerado ideal pela comissão técnica para dar ritmo e poupar o elenco de clássicos precoces.
Segundo lugar
Caso o Brasil avance na 2ª colocação, o cenário muda drasticamente. O jogo eliminatório seria na segunda-feira (29), às 22h, e colocaria a Seleção frente a frente com a poderosa Holanda logo de cara.
Além do confronto duro na estreia do mata-mata, o Brasil cairia no lado considerado “da morte” do chaveamento. Se passasse pelos holandeses, o país cruzaria com o vencedor de Suíça e Coreia do Sul, além de entrar na rota de gigantes como Alemanha, França e Espanha antes das semifinais.
Chance remota e dramática
Em caso de uma combinação trágica de resultados que jogue o Brasil para a 3ª posição, a classificação ainda seria possível entre os melhores terceiros. No entanto, o preço seria alto: um confronto imediato na terça-feira (30), às 22h, contra potências como Alemanha, França ou o dono da casa, o México.
A bola rola às 19h e toda a projeção estatística da Copa de 2026 está em jogo para o futebol brasileiro.