A construtora Cidades, responsável pela ponte Frei Paolino Baldassari, que desabou no Acre na última sexta-feira (5), informou em nota que havia identificado instabilidade no solo e recomendado a interdição da estrutura um dia antes do acidente. Segundo a empresa, equipes técnicas constataram erosão, rachaduras e desníveis no entorno.

De acordo com a construtora, os levantamentos preliminares apontaram movimentações significativas de solo em uma área de aproximadamente 16 mil metros quadrados, que abrangia também partes do bairro vizinho. A empresa afirma que encaminhou ao Departamento de Estradas de Rodagens do Acre (Deracre), na quinta-feira (4), por volta das 13h (horário local), uma recomendação formal para a interdição total da ponte, inclusive para pedestres.

A nota ainda menciona que as avaliações indicaram indícios compatíveis com o fenômeno de "terras caídas", caracterizado por movimentações de grandes massas de solo.

Com informações de Jovem Pan — leia a matéria original.