O pensador militar Carl von Clausewitz definiu a guerra como um fenômeno essencialmente humano, marcado por medo, incerteza e responsabilidade moral. Com o avanço da inteligência artificial, surge o debate sobre até que ponto máquinas podem assumir decisões em conflitos armados.
Segundo analistas, a IA pode ajudar comandantes a enxergar melhor a chamada 'névoa da guerra', mas a decisão de tirar vidas humanas não deveria ser transferida para algoritmos. O argumento central é que máquinas são incapazes de compreender o significado moral de seus atos.
O desafio contemporâneo, apontam especialistas, não é construir sistemas mais inteligentes, mas impedir que eles assumam responsabilidades que cabem exclusivamente a seres humanos.
Com informações de Gazeta do Povo — leia a matéria original.