Nos anos 2000, a cerveja Cintra era presença constante nos bares do Rio de Janeiro. Com preço inferior ao das concorrentes, a marca dividia espaço nas geladeiras com Brahma, Antarctica e Skol, conquistando consumidores que buscavam economia sem abrir mão da bebida.

De acordo com registros do setor, a Cintra chegou a ocupar a quarta posição entre as cervejas mais vendidas do Brasil. O crescimento acelerado foi impulsionado por uma estratégia de preços agressiva e distribuição focada em pontos de venda populares, especialmente no Sudeste.

No entanto, a trajetória da marca sofreu reviravoltas. A Cintra foi adquirida por grandes grupos do setor, mas enfrentou dificuldades para manter sua identidade e participação de mercado. A consolidação das líderes e mudanças no portfólio das controladoras levaram à retirada gradual do produto das prateleiras.

Atualmente, a Cintra não é mais encontrada no mercado nacional. A marca, que um dia foi sinônimo de cerveja acessível, deixou de ser produzida, encerrando um capítulo da história cervejeira brasileira.

Com informações de Exame.