A China enviou uma equipe de cinco especialistas médicos para a República Democrática do Congo (RD Congo) com o objetivo de apoiar as ações de resposta ao surto de ebola. A equipe chegou a Kinshasa no dia 2 de junho e permanecerá no país por três meses, atuando em vigilância, diagnóstico e tratamento da doença, em cooperação com as autoridades locais.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto já contabiliza mais de 300 casos confirmados e cerca de 60 mortes. O governo chinês afirmou que o envio da equipe faz parte da cooperação em saúde com a África e representa o apoio da China aos esforços globais de saúde pública. Pequim também declarou que acompanha de perto a situação e está disposta a prestar assistência adicional, se necessário.
A ação ocorre em meio a outras iniciativas chinesas no campo da saúde e da ciência, como novas regras sobre segredos comerciais que protegem dados e algoritmos, e o desenvolvimento de um chip genético para colza que reduz custos e quebra monopólio estrangeiro. Além disso, a China destinou 99,9 bilhões de yuan (cerca de R$ 72 bilhões) para subsídios a creches, um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior, como parte de políticas de apoio à natalidade.
Com informações de Brasil de Fato.