Um estudo aponta que a China alterou a forma de calcular suas emissões de carbono, o que resultou na ocultação de cerca de metade do aumento recente registrado. A mudança, embora não envolva falsificação de dados, adota uma definição que torna mais fácil cumprir as metas do Acordo de Paris, mas dificulta a medição do progresso real no combate às mudanças climáticas.

De acordo com a pesquisa, a nova metodologia de cálculo mascara o crescimento das emissões ao modificar critérios técnicos. A medida levanta questionamentos sobre a transparência dos dados climáticos do país, que é o maior emissor global de gases de efeito estufa.

O estudo não detalha os percentuais exatos, mas indica que a mudança na contabilidade pode ter implicações significativas para os compromissos internacionais da China. Especialistas alertam que a falta de clareza prejudica a avaliação independente dos esforços chineses para reduzir a poluição.

Com informações de Exame — leia a matéria original.