No setor de inteligência artificial, um dos desafios mais complexos atualmente é definir o montante a ser investido em capacidade computacional. De acordo com o CFO da Anthropic, a empresa responsável pelo modelo de linguagem Claude, cada nova versão do sistema se torna mais barata de operar, mesmo com o aumento de desempenho.

O executivo explicou que a redução de custos é resultado de otimizações na arquitetura do modelo e na eficiência dos algoritmos de treinamento e inferência. A Anthropic busca equilibrar o investimento em infraestrutura com a necessidade de oferecer preços competitivos no mercado de IA generativa.

A declaração foi feita em entrevista à Exame, na qual o CFO destacou que a empresa consegue reduzir o custo por consulta a cada iteração do Claude, sem comprometer a qualidade das respostas. A estratégia envolve desde melhorias no hardware até inovações no software de gerenciamento de recursos.

O modelo Claude tem sido utilizado em diversas aplicações empresariais, e a tendência de barateamento pode ampliar seu alcance. A Anthropic não divulgou valores específicos, mas afirmou que a meta é tornar a IA acessível a um número maior de clientes.

Com informações de Exame.