A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) encaminhou na terça-feira um ofício ao Tesouro Nacional pedindo um aumento no limite para operações de crédito com órgãos e entidades do setor público.
O teto anual, estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 23,625 bilhões de reais, sendo 17 bilhões para operações com garantia da União e 6,625 bilhões para transações sem garantia, e já foi esgotado.
A ABDE solicita que o Tesouro analise a demanda e encaminhe ao Ministério da Fazenda proposta de ampliação do limite em 2,089 bilhões de reais. Desse total, 1,2 bilhão seria para as operações com garantia e 889 milhões para as sem.
A associação alega que operações conduzidas pelas Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) — como bancos regionais — aguardam um aumento do limite para avançar para a fase de contratação.
Essas ações incluem projetos voltados a municípios de pequeno porte e iniciativas sustentáveis e climáticas nas cidades brasileiras, inclusive operações no âmbito do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundoclima).
A ABDE representa 35 instituições que integram o Sistema Nacional de Fomento (SNF), entre bancos públicos de desenvolvimento nacionais e estaduais, agências de fomento, cooperativas de crédito e bancos cooperativos.
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