A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta terça-feira (9 de junho de 2026) o megaleilão de reserva realizado pelo governo em março. O certame contratou quase 20 GW de potência para atender horários de pico do sistema elétrico.

O custo do leilão será de R$ 48 bilhões por ano, repassado às tarifas a partir do início da próxima década. Diferentemente de leilões comuns, o consumidor pagará pela disponibilidade das usinas, que ficarão em stand-by. Segundo projeções da consultoria TR Soluções, o impacto na tarifa residencial (B1) será de 7,5% em 2032, quando toda a capacidade estiver operando.

O aumento será escalonado e afetará também indústrias e comércios, com variações conforme a classe de consumo.

Com informações de Poder360 — leia a matéria original.