O ministério de Relações Exteriores da China respondeu nesta quinta-feira (25) a provocações de países ocidentais sobre as ações de Beijing frente ao território de Taiwan, internacionalmente reconhecido como chinês.

Durante coletiva, o porta-voz da chancelaria chinesa Guo Jiakun expressou preocupação com as declarações de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, além de Filipinas e Japão.

Recentemente, estes países “manifestaram preocupação de que as recentes atividades chinesas ao largo da costa leste de Taiwan”.

Os governos de Filipinas e Japão tem cada vez mais se afastado dos princípios que regem a política de Uma Só China, e encorajado o separatismo na região.

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“A China possui zona econômica exclusiva e plataforma continental nas águas a leste da ilha chinesa de Taiwan. As atividades de fiscalização e patrulhamento realizadas pelas autoridades chinesas nessas águas são ações legítimas para exercer a jurisdição da China, salvaguardar a estabilidade regional e manter a ordem no mar, em conformidade com a lei. Tais ações constituem também uma resposta necessária à manipulação, por parte do Japão e das Filipinas, de suas agendas de delimitação e à violação dos direitos e interesses marítimos da China”, afirmou Guo Jiakun.

“Os países envolvidos devem respeitar a soberania, a integridade territorial e os direitos e interesses marítimos da China, bem como cessar a distorção dos fatos e da verdade. As instituições pertinentes não devem fazer declarações incompatíveis com a sua natureza”, continuou Jiakun.

“As autoridades do DPP [partido que atualmente comanda o governo rebelde de Taiwan] ignoram as violações cometidas pelo Japão e pelas Filipinas e chegam a unir-se a forças externas para difamar os esforços do Governo Central na defesa de direitos e para propagar suas narrativas separatistas. Isso expõe, mais uma vez, a natureza separatista das autoridades do DPP e a sua traição aos interesses fundamentais da nação chinesa. O que as aguarda é o desprezo do povo de ambos os lados do Estreito de Taiwan e o julgamento da história”, completou.