Pressionada por ajustes no parecer do PL da Misoginia tanto pela oposição quanto pela base do governo, a deputada Tabata Amaral já definiu uma condição para pedir que o presidente da Câmara, Hugo Motta, coloque a proposta em votação.

“Eu só quero colocar em votação com o compromisso de não termos destaque. Então, quaisquer ajustes terão que ser feitos no texto mesmo”, explicou Tabata ao Radar.

Apesar de ter enfrentado críticas tanto de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto de opositores na reunião de líderes, o relatório foi aprovado na semana passada pelo grupo de trabalho que debateu o tema por mais de um mês.

A expectativa é que o assunto volte a ser discutido na próxima semana. A votação no plenário pode ocorrer na semana que vem ou na seguinte.

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